Vivo de poemas
lidos ou não
os versos entoam como canção
existem versos rasgados
em bola de papel
ou deletado...
dizer o que se sente
em cada momento
rindo ou de solidão
não são meras palavras
com rimas, mas o que quer dizer o coração
pode ser um conto, de alguem em questão
pode ser de mim
de ti, por que não?
com o poema fica mais fácil
falar sem magoar
pensar sem sofrer
amar sem se ver
poemas comentados
requerem mais cuidado
porque se comenta o que não se sente
o que não viveu
os poemas aproximam
os poemas deixam saudade
são lidos com pressa
na lógica do progresso...
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
O Nosso Tempo
Sobre o nosso tempo
me ponho a questionar
tantas idas e vindas
encontros, desencontros
palavras a esmo
quanto tempo se perde sem dar conta
de que o momento é único
sem perceber o calor das emoçoes
ah! e quando tentamos agir com a razão?
a lógica, matemática fria...
quantas pessoas passam nesse tempo
quando nos doamos de coração conseguimos ser melhores
mas como explicar a inquietude de um outro coração
que não se dá por feliz...
a forma de contemplar o belo é mera subjeção
alguns de um jeito outros de outro
na busca insaciável pela felicidade
as vezes sem se dar conta q a felicidade estava alí
naquele momento ímpar, sublime
no carinho nas palavras de conforto
no afago da alma
Não somos exatos como os números
nem infinitos como a dízima
somos falíveis no nosso tempo
que as vezes passa sem contemplação
me ponho a questionar
tantas idas e vindas
encontros, desencontros
palavras a esmo
quanto tempo se perde sem dar conta
de que o momento é único
sem perceber o calor das emoçoes
ah! e quando tentamos agir com a razão?
a lógica, matemática fria...
quantas pessoas passam nesse tempo
quando nos doamos de coração conseguimos ser melhores
mas como explicar a inquietude de um outro coração
que não se dá por feliz...
a forma de contemplar o belo é mera subjeção
alguns de um jeito outros de outro
na busca insaciável pela felicidade
as vezes sem se dar conta q a felicidade estava alí
naquele momento ímpar, sublime
no carinho nas palavras de conforto
no afago da alma
Não somos exatos como os números
nem infinitos como a dízima
somos falíveis no nosso tempo
que as vezes passa sem contemplação
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