terça-feira, 22 de setembro de 2009

Raio de sol

Quando a noite beija a aurora
Vaga lembrança da noite que morre
Por sorte a boca beija o vinho
Embriagado mando flores para as estrelas que caem
E no céu vão caindo as estrelas
Despetaladas rosas negras, cadentes!
Logo perdem o brilho e jamais...
Assim tão triste quimera
Meu Deus quem dera ela o meu raio de sol
Minha luz meu Deus quem dera, meu raio de sol

Quando a noite beija a aurora, tece versos no arrebol
Finda noite, lua nova, beija-me a boca eu tão só
Minha luz meu Deus quem dera
Perto dela sinto o raio do sol.
(Jóstenis Costa)

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